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REVIEW | REBEL ROMANTIC BY KIKO

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A Kiko lançou mais uma coleção temporária, a Rebel Romantic, que desta vez nos permite alternar entre um look mais romântico e principesco ou, pelo contrário, por um outro mais ousado, mais guerreira. E confesso que, desta vez, fui completamente uma vítima do marketing. Adoro tudo o que seja medieval ou que dê ares mais fantásticos e por isso não consegui resistir-lhe. Até os produtos de cuidado para a pele se chamam poção. É impossível resistir! Estava a precisar de renovar alguns produtos antigos e de comprar outros para completar a minha recente coleção de maquilhagem; este pareceu-me o momento perfeito. 


Esta nova coleção da marca italiana tem um packaging externo sublime com detalhes dourados e, no fundo, arabescos em tons fortes mais nobres como roxos, magentas, verdes, azuis… O design interno, extremamente delicado e sofisticado, faz-se num tom lindo rosa dourado. 


Esta seleção inclui:
  • Maquilhagem: sombras para olhos, bronzer, blush, lápis para contorno de rosto (iluminador e delineador), lápis de olhos, eyeliner líquido, batons e lápis para contorno de lábios.
  • Cuidados para a pele: um sérum aperfeiçoador com ácido hialurónico e ainda outro para contorno de olhos com efeito iluminador.
  • Acessórios: Pincel com cabeça dupla, espelho e uma bolsinha para transportar a maquilhagem. 
Eu trouxe para casa:

Perfecting Bronzer na cor Light to Medium (12,90€) – Já há algum tempo que queria comprar um novo bronzer. Optei por este porque, para além do pó bronzeador, tem um coração central de pó compacto que ajuda a aperfeiçoar a pele. Dois em um! Podem ainda ser utilizados separadamente apenas como bronzeador ou pó compacto.
Gostei muito do resultado. Não é nada exagerado, pelo contrário, é muito subtil e delicado e confere um glow muito saudável e bonito à pele. Recomendo!


Intensively Lavish Lipstick na cor Lusty Peony (6,90€) – Os nomes das outras cinco cores estão tão bem enquadrados com a temática da coleção. Verifiquem: Pretty Mauve, Luscious Red, Mild Sangria, Heavy Cherry e Melodious Wine. Mas eu apaixonei-me pelo Lusty Peony, o mais claro. O tom é perfeito e, além disso, o batom é bastante cremoso e a cor muito concentrada e intensa. Não gosto daqueles que secam demasiado os lábios e este não é um deles. Também, convém mencionar, não é dos mais duradouros mas eu prefiro ir retocando ao longo do dia do que ter aqueles que se colam de uma forma absurda aos lábios. A minha aposta diária de maquilhagem assenta em poucos passos: eyeliner, rímel, pó compacto e bronzer. Para um visual mais ousado e para um pop de cor, opto por lábios fortes. Para tal, este batom é perfeito.

 


Intensively Lavish Lip Liner na mesma cor que o batom (4,90€) – Comprei este lápis para contorno de lábios. Gosto muito do traço. À semelhança do batom, a textura é muito macia e cremosa.


Colour Definition Eyeliner and Kajal na cor Darling Butter (5,90€) – Optei por comprar também este produto porque já há muito que queria comprar um lápis para contorno de olhos em tons nude para dar profundidade ao olhar. A textura, uma vez mais, é muito suave o que torna a sua aplicação bastante fácil. Basta uma passagem porque o traço é muito preciso e a cor é bastante intensa (e matte). Na outra extremidade, encontra-se um afia-lápis o que o torna muito prático e sempre pronto a utilizar. Gostei igualmente da durabilidade do produto. 



Já compraram algum produto desta coleção da Kiko? Gostaram de algum dos que vos apresentei?

LISBOA QUICK TRIP - UM JANTAR NA TRINDADE

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Jantar na Trindade já faz parte dos rituais das férias de Verão cá em casa. Sempre que lá vamos aproveitamos para fazer um mini roteiro. Partilho com vocês todos os passos. 


Começamos sempre já ao fim da tarde, ao subir o elevador da Glória. Confesso que não é a melhor altura do ano para andar neste género de transportes. Espaços pequenos, Lisboa repleta de turistas e o calor não são a combinação ideal. Mesmo se tiverem a sorte de encontrar um lugar sentado, vão sempre apanhar um sovaco estrangeiro com vontade de vos conhecer melhor. Este ano calhou-me uma grega que se tentava agarrar ao apoio que estava por cima de mim...


Já lá em cima, no Bairro Alto, andamos uns três minutos e, já a salivar, entramos no restaurante. Mas… aguentem a gula porque o tempo de espera é considerável durante alguns dias da época alta.

O restaurante vai buscar o nome à casa, o convento da Santíssima Trindade que data do século XIII. A título de curiosidade, o grande terramoto de 1755 destruiu grande parte desta colina e, quase por completo, este convento; assim nasceu a expressão “Caiu o Carmo e a Trindade”.


Para mim, o espaço faz a aura do restaurante. O átrio inicial tem painéis de inspiração maçónica. A primeira sala de refeições tem nas paredes painéis de azulejos enquanto a segunda ostenta painéis naturalistas. Todo o interior é lindíssimo e a ambiência medieval mantem-se preservada. Alguns empregados vestem, inclusivamente, uma espécie de hábito de monge, e o próprio menu assemelha-se a um livro antigo. 

A cervejaria propriamente dita só surge em 1836 pela mão de Manuel Garcia, um empresário galego que reedifica o edifício outrora devastado e que constrói a sua fábrica cervejeira. A partir daí, passando por várias mãos e formatos, chega aos nossos dias.




Mas há que não esquecer a comida, o outro ponto forte do restaurante. Como bons portugueses, começamos sempre pelo belo do croquete. Uma maravilha e estão sempre quentinhos! Passamos então para o Bife à Trindade, um bife com ovo a cavalo e com um molho divinal cuja receita se encontra no segredo dos Deuses, acompanhado por batatas fritas. Pelo feedback que tenho, porque não sou grande apreciadora de doces, as sobremesas, na sua maioria doces conventuais, também são realmente muito boas.


É considerado um restaurante um pouco mais caro (preço médio por pessoa entre 20€/25€) porque não se come nada de muito elaborado além daquela comida base tipicamente portuguesa e de marisco. No entanto, sempre que lá vou, encaro-o como uma experiência e não como uma simples ida a um restaurante. Gosto muito da Trindade. E, por não ir tantas vezes assim, no máximo duas ocasiões por ano, cada vez que a visito torna-se uma ocasião especial.


(Alerta piada seca) "Comi que nem um abade"... Assim, antes de voltarmos a descer o elevador, para terminar e “desmoer” do jantar, damos sempre um passeio pelo Jardim e pelo Miradouro de S. Pedro de Alcântara. 


Este é um roteiro curto que se faz muito bem por aquela zona. Estas duas/três horas são rentabilizadas ao máximo num passeio mais calmo em que conseguimos ficar a conhecer alguns pontos de interesse da zona sem ter de andar muito. Recomendo e espero que tenham gostado!

E vocês, já conheciam o restaurante?

OPINIÃO | #JÁNINGUÉMÉCHARLIE

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Escrever para os outros é bom para que as ideias também fiquem mais claras para nós próprios. Este é um post mais pessoal e a minha opinião vale o que vale, como qualquer outra.
Sofri com o que aconteceu em Paris naquele dia. Foi uma ação de relações-públicas para todo o Ocidente, um ato injustificado de violência, como todo o tipo de terrorismo. Mas nunca fui Charlie. Sei que é sátira mas considero-o humor barato, puro sensacionalismo e com o objetivo de chocar, a la Correio da Manhã. 


Na altura do ataque à sede de jornal Charlie Hebdo no início deste ano, li, não sei já onde, uma comparação que transfere a situação para um terreno mais claro e acessível a qualquer um. Raparigas para quem “o menos é mais” e vestem roupas mais provocadoras. Um dia, são violadas. “Estava mesmo a pedi-las!” é um dos comentários machistas que geralmente se ouvem. Vivemos no século XXI e qualquer pessoa, nomeadamente mulher, ganhou o direito de vestir aquilo que mais lhe agrada. Os outros têm igualmente direito a ter uma opinião. Têm de gostar? Não. Pessoalmente, e sem qualquer puritanismo, acho de mau gosto mulheres que se revelam demasiado. Para mim, é mais interessante e sensual uma mulher que se saiba vestir bem e que deixa algo para imaginação. Inclusive, acho as mulheres mais bonitas e elegantes no Inverno comparativamente ao Verão (não estou a falar de gola alta nem de cuecas da avó, obviamente). Mas é só isto. Uma coisa não leva à outra como ação-reação. Quanto muito, ação-opinião e essa opinião deve ficar para nós enquanto não for solicitada. É preciso saber viver com os outros.

Nas semanas que se seguiram ao ataque foi vergonhoso ver muitos cruzados pela liberdade de expressão e #JeSuisCharlie por todo o lado mas… quando alguém proferiu palavras mais polémicas ou contrárias à sua opinião (como foi o caso de Gustavo Santos), foi atacado. No minuto seguinte, esquecem-se da nobre causa que defendem. A esta situação vem agravar a nova caricatura do jornal que faz alusão ao bebé sírio de três anos, Aylan, que foi encontrado morto numa praia turca. Já há uma onda de revolta e o hashtag antes tão profusamente partilhado deu lugar a #JeNeSuisPasCharlie. Desta já ninguém é Charlie. Não compreendo no que é que estas novas imagens diferem das outras. Pode caricaturar-se as divindades dos outros (muçulmana, cristã ou qualquer outra) mas crianças e refugiados sírios já não? Pessoalmente, acho que é preciso pensar um bocadinho na totalidade da situação antes de nos pronunciarmos.


Apoio indubitavelmente a liberdade de expressão (não tivesse eu tirado um curso em Comunicação Social e Cultural). Contudo, liberdade de expressão não é uma chancela imbecil para que não me preocupe com o que as minhas palavras podem causar nos outros. Para mim, a liberdade de expressão oferece-nos o direito de nos manifestarmos livremente sem qualquer limitação por lei mas deve, no entanto, ser regida por um sentimento de autorresponsabilidade.

Não partilho #JeSuisCharlie. Nem #JeNeSuisPasCharlie. Sei que existe e não gosto do estilo. 
Para mim, isto é liberdade de expressão. 

Benefit | Birthday Party

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Há alguns meses, uma das minhas amigas organizou como festa de aniversário um workshop de beleza na Boutique da Benefit no Chiado. Eu conhecia vagamente a marca, já tinha recebido o eyeliner e o rímel  They're real! mas não tinha ficado a maior fã no que respeita à qualidade dos produtos, apesar de gostar do conceito e da imagem da Benefit.
A ideia entusiasmou-me logo porque estou longe de ser uma expert em maquilhagem e algumas dicas já me davam jeito!
Toda a loja se encontra decorada em tons rosados com apontamentos retro, as assinaturas da marca.


A festa ficou marcada para de manhã e foi-nos aconselhado que não levássemos qualquer tipo de maquilhagem para que usufruíssemos da experiência ao máximo. No frio de janeiro, de manhã cedo e sem maquilhagem... daqui não se augura nada de bom. Lá fomos nós, qual zombies. Apesar do nosso ar miserável, fomos muito bem recebidas com sorrisos, balões, bolachinhas e sumos, tudo cor-de-rosa, claro está. Subimos da loja e da zona Brow Bar, os conhecidos serviços de depilação e coloração de sobrancelhas, para o segundo piso, onde se encontram os gabinetes para os vários serviços que a Benefit oferece: depilação, aplicação e coloração de pestanas, jet bronze e, aquilo que agora nos interessa, as Beauty Bash, festas com workshops de maquilhagem para comemorar aniversários ou quaisquer outras celebrações (despedidas de solteira, festas de emprego, etc.).


Já na sala do workshop tínhamos, ao centro, uma mesa com todos os produtos à venda na loja da Benefit. Esta deve ter sido a primeira festa que organizavam já que quase todos os produtos estavam novos e por abrir. Para mim, este foi um dos aspetos mais positivos.


A aniversariante ocupou o lugar de destaque na sala (com direito a tiara de princesa!) e foi maquilhada pelas vendedoras. Eu e as restantes convidadas ocupámos os lugares em volta da mesa e íamos seguindo as indicações das maquilhadoras, que nos iam dando uma mãozinha de vez em quando... 


Com um mínimo de seis pessoas por festa, a participação individual foi de 25€ e a experiência durou aproximadamente duas horas e meia. No final do workshop poderíamos descontar o valor da participação na compra de produtos, um plus. Durante a aula de maquilhava fui tirando as referências dos três produtos que mais tinha gostado para depois confirmar os preços na loja (na esperança de trazer todos). Uma das minhas amigas  até me disse na altura que eu estava com vontade de gastar dinheiro. Na altura não percebi... 25 deveriam de dar para dois produtos, mesmo que tivesse de gastar mais dez euros, pensava eu, ingenuamente. Só quando desci as escadas para a zona da loja é que se fez o click na minha cabeça. Acabei por gastar os dez euros a mais que inicialmente tinha pensado mas para trazer para casa apenas um produto, o pó compacto Hello Flawless (35€)... O sonho de uma vida, ali, arruinado. Sete míseros gramas de pó compacto (um abuso de preço, na minha opinião).


No final da festa, a aniversariante teve ainda direito a um cupcake para lhe cantarmos os parabéns e a uma explosão de confetis (em forma de coração). A organização do workshop foi exímia, tudo pensado ao pormenor com carinho e dedicação. De referir que todas as vendedoras eram de uma simpatia extrema.
Gostei da experiência mais pela boa companhia e boa disposição do que pelas dicas. Achei, pessoalmente, que este não foi um workshop de maquilhagem mas um workshop dos produtos da Benefit: o que são, quando e como usar... Mas penso que isto acontece em qualquer workshop de maquilhagem orientado no âmbito de marcas. Hoje posso dizer que já conheço a panóplia de produtos da marca. De que é que isso me serve? Não sei bem... Mas posso dizer-vos outros produtos de que gostei (e que só não comprei para não aumentar a conta):
  • The Porefessional (+/- 33€) - Para usar depois do creme diário e antes da base. Este primer reduz a aparência dos poros dilatados, uniformiza a pele e tira o excesso de oleosidade. É transparente e tem uma textura ótima que deixa a pele muito suave e aveludada. 
  • Base Some Kind of Gorgeous (+/- 35€) - É uma base mais leve quando comparada com as bases líquidas. Dá um ar muito bonito mas natural à pele. Ainda por cima é oil free. Tem uma textura cremosa.
Eis a minha primeira experiência do género. Já alguém participou em alguma aula de maquilhagem? O que acham da Benefit?

REVIEW | DIOR Hydra Life - Crème Sorbet

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Comprei a minha primeira embalagem deste creme de rosto Hydra Life - Crème Sorbet Pro-Jeunesse da Dior há um ano atrás. Desde aí e até hoje, tem sido o meu creme de eleição de dia e noite.
A verdade é que sempre utilizei bons cremes que comprava em farmácias para a cara. Passei por marcas conceituadas como Vichy, La Roche Posay, Avène, Uriage... You name it. Eram cremes que, sendo eu pouco exigente, cumpriam a minha expectativa. Passava de uma marca para outra na esperança de encontrar aquele creme que se viesse a adequar perfeitamente à minha pele e que com ele constatasse melhorias significativas. Não via… Até que, numa das minhas visitas à perfumaria Douglas do Almada Fórum, uma das vendedoras me recomendou este creme que, além de hidratar, atua na uniformização da pele e na prevenção das primeiras rugas. Como vem referido na embalagem “Beyond Hydration, vibrant youthful beauty, today and tomorrow”. Tal como o nome indica, este é um creme com ação pró-juventude com base em três extratos vegetais. A linha Hydra Life associa assim aos extratos de centelha (formação de colagénio) e de malva (revitalização e uniformização da pele), o extrato de destaque neste produto: sanguisorba, responsável pela defesa da face às agressões exteriores e pela libertação de uma água que a revitaliza e hidrata profundamente. Este produto está indicado para pele normal a mista e para uma faixa etária entre os 25/40. Na minha opinião não é tão apropriado para peles mais maduras que necessitem de um anti-rugas mais potente, mas sim para peles mais jovens. Para as peles mais maduras, pode, sim, ser utilizado como um complemento para hidratação.

Foi a primeira vez que comprei um creme de rosto de marcas premium como a Dior mas valeu cada cêntimo.



Prós: Tenho a pele com certas imperfeições, ligeiramente oleosa (daquelas que parecem estar sempre com um brilhozinho) e, a maldita da puberdade, que traz na bagagem a acne, deixou-me algumas marcas bastante visíveis, sobretudo na zona da testa. Enquanto todos os outros cremes que testei apenas me ofereciam hidratação, este creme da linha Hydra Life, além de hidratar, deixou-me a tez MUITO mais uniforme e luminosa, as imperfeições de que falei mais ténues e os poros mais fechados.
Inicialmente torci o nariz já que a minha pele demorava um pouco mais a absorver o creme. Mas, ao longo das utilizações, a absorção foi-se tornado mais rápida e, ao confirmar os resultados a longo prazo, não houve como não me render por completo. 
Basta retirar um bocadinho do creme para cobrir toda a face. Também não é conveniente pôr demasiado para evitar aquele aspeto oleoso e brilhante da tez. Pessoalmente, eu costumo colocar uma gotinha na testa, uma no nariz, uma em cada bochecha e outra no queixo. Depois é só massajar suavemente até que a pele absorva tudo.

A sua consistência é bastante ligeira e tem um cheirinho floral muito suave, por isso utilizo-o tanto no Inverno como no Verão. É ainda um creme apropriado para colocar antes da maquilhagem e da base.
A embalagem vem como uma pequena espátula para evitar que utilizemos os dedos. Se, pelo contrário, preferirem pôr o creme com os dedos (serve para este ou para qualquer outro creme em frasco), certifiquem-se que estes estão completamente limpos de modo a evitar contaminar o restante.

Contras: Não vejo grandes contras a apontar a não ser o preço, o qual ronda os 63 euros. No entanto, já que me dura para cinco/seis meses, um investimento mensal de 11/12 euros para uma pele luminosa e uniforme parece-me perfeitamente plausível. Dica: já que esta não é tanto uma compra por impulso, aconselho-vos a aguardar para aproveitar os dias em que a Douglas ou a Sephora fazem boas promoções de 20% de desconto para trazerem para casa estes produtos mais dispendiosos.

Recomendaria ou compraria de novo? Definitivamente! Já terminei a segunda embalagem.



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