Image Slider

REVIEW | BENEFIT PRODUCTS

| On

Hoje venho falar-vos da minha experiência com os produtos da marca californiana de produtos de beleza, Benefit Cosmetics. Gosto muito do conceito e da imagem mas, na prática, não funciona comigo completamente. Como já usei três produtos, acho que posso dizer que tenho uma opinião bem formada acerca da mesma.
Este post pode até ser um sacrilégio para as gurus de beleza, e eu até admito que não tenho a maior das aptidões para a maquilhagem, mas a verdade é que a Benefit não foi feita para mim. Sei que há muitas benefetianas mas por favor não me matem.

Vamos lá agora ver caso a caso:
#1 – Pó Compacto Hello Flawless na cor Me Vain Champagne (35€) – Comprei este pó numa festa de aniversário na loja da Benefit (podem ler o post aqui). Ele é fofinho e até vem com um espelho, uma esponjinha e um pincel; tem também uma cobertura boa e dá um efeito natural mas a duração deixa muito a desejar. A minha questão é que, tendo em ponderação o preço, não a considero muito superior ao pó compacto da Essence, All about Matt! que é dez vezes mais barato (literalmente, apenas 3,49€). Sendo um produto que oferece apenas 7 gramas por 35€, seria de esperar que a qualidade fosse extraordinária… Mas passadas simplesmente três horas, já se começa a denotar algum brilho na zona T. Eu tenho a pele algo oleosa mas, ainda assim, seria espectável que a durabilidade fosse superior. Além disso, esfarela um bocadinho o que faz com que se gaste ainda mais depressa. 





#2 – Eyeliner They're real! (25€) – O eyeliner e o rímel They're real! foram-me oferecidos por uma amiga há mais ou menos um ano. Na altura, ela tinha comprado um duo para ela e outro para mim. Nenhuma de nós gostou. End of story. Nah, estou a brincar, vamos lá ao resto! Se há coisa que vejo glorificarem neste eyeliner é a facilidade de aplicação, mas para mim não há coisa mais difícil. 


O ponto mais positivo é que é BASTANTE pigmentado. No entanto, se leram anteriormente, muita pigmentação + má aplicação, o que é que dá? DING! DING! DING! DING! Acertaram!! 


#3 Mascara They're real! (26,5€) – Acho que tenho padrões de beleza diferentes dos da marca já que eu uso somente o básico, aquela no makeup makeup, tudo muito natural. Por isso é que não fazemos o click. Na minha opinião, este rímel dá um ar muito artificial às pestanas. Alonga-as demais e fá-las ficar muito fininhas. Além disso, costumava deixar bocadinhos de rímel ao longo das pestanas e isso é a coisa que eu mais abomino nos rímeis. Eu gosto daqueles que que preenchem as pestanas e as deixam curvadas e longas, tudo dentro da simplicidade e naturalidade. Pu-lo logo de lado e nunca mais o usei.


Com base nestes três produtos, acho que a Benefit é uma marca em que a qualidade-preço não satisfaz. Isto não significa que a coloque completamente de lado, até porque há mais dois artigos que gostava de experimentar antes de desistir por completo (o The Porefessional e Base Some Kind of Gorgeous), mas, até ao momento, ainda não me convenceu.

E vocês? Qual a vossa opinião sobre a Benefit?

Beijinhos! 

TRIP AND TRAVEL | HARRY POTTER STUDIOS

| On

O ano passado eu e o meu namorado fomos a Londres. Não era a primeira vez para ambos já que esta é a nossa cidade de eleição por isso marcámos esta viagem com o intuito de ver aquilo que tinha ficado por conhecer nas outras ocasiões, evitando aqueles lugares mais turísticos da capital que já havíamos visitados (London Eye, Bristish Museum, Madame Tussauds, etc.). Mas uma coisa era certa, íamos visitar o Harry Potter Studio Tour. A saga marcou a nossa geração e tanto eu como o somos entusiastas. Neste post vou contar-vos a nossa experiência e deixar algumas dicas futuras para quem procura visitar os estúdios.


O Harry Potter Studio Tour oferece-nos a visão dos bastidores da saga. Foi lá que, durante mais de dez anos, foram filmados os oito filmes. É curioso pensar que durante aquele tempo, os estúdios foram a casa dos atores e de toda a produção. Aqui podemos visitar os sets, os adereços, os fatos e muitas das peças que realmente apareceram no filme. Não são réplicas, são mesmo reais. Por isso mesmo you can see but you cannot touch.

Bilhete: preço e como comprar
A entrada custa £35 por pessoa. Eu sei, é um preço bastante caro. Mas para os aficionados vale mesmo muito a pena. Uma vez que as visitas são agendadas segundo dia e hora, os bilhetes não se vendem no estúdio, somente no site oficial ou em agências, devendo ser comprados com alguma antecedência. Eu preferi comprar alguns meses antes, por via do site oficial (aqui). Marcámos para o horário de manhã (11:30h) de modo a que pudéssemos ainda aproveitar algumas horas da tarde já em Londres.

Como chegar
O Harry Potter Studio Tour está situado em Watford, Hertfordshire. Nós fomos de metro para a estação de Euston e de lá apanhámos um comboio para Watford Junction – percurso de mais ou menos meia hora e com o preço de £10 por pessoa (ida e volta). Daí, finalmente apanhámos um vaivém particular do parque – acrescentem mais dez minutos ao percurso e mais quatro libras por pessoa (ida e volta também).

A experiência
A experiência começa quando ainda nem chegámos à primeira sala do percurso. O hall de entrada ostenta fotografias gigantes das principais caras da saga, o carro dos Weasley e o pequeno quarto de Harry na casa dos tios.
A visita começa numa sala semelhante a um cinema, com um ecrã gigante no qual vemos um pequeno filme que nos traz à memória todas as recordações dos filmes e que nos imerge completamente no espírito. No final da exibição, o ecrã sobe e revela-nos, inesperadamente, Hogwarts. Recordo-me perfeitamente que naquele momento até senti arrepios (totó, eu sei). Entramos então pela grande porta e estamos realmente no Great Hall, que parece bem maior no ecrã. É impressionante ver aquilo que julgamos tão distante nos filmes, ali, mesmo à nossa frente. Cada disposição, cada objeto, cada detalhe.


Passamos depois para várias salas gigantes com uma miscelânea de adereços, cenários, roupas, cabeleiras, máscaras de silicone… Todas as criaturas fantásticas e ambientes únicos que a J. K. Rowling uma vez sonhou estão ali em exibição. Passamos pela sala do Dumbledore com todos os seus livros, pela casa do Hagrid, pelo quarto dos rapazes na ala dos Gryffindor... Tudo o que possam imaginar. Aqui existem ainda várias experiências interativas em que o preço ronda as £12 (como uma sala com um green screen em que tiram fotografias como se participássemos num jogo de quidditch) mas não houve nenhuma que nos atraísse realmente.

Antes do último pavilhão a visitar, passamos por uma zona ao ar livre onde se vê a rua e a casa muggles mais conhecidas do mundo: o número 4 de Privet Drive. Logo ao pé encontra-se o Knight Bus, outro exemplar do carro dos Weasley, as peças de xadrez em tamanho real, entre outros. Nesta mesma área existem ainda duas barraquinhas que vendem refeições rápidas como sandes e cachorros e, à imagem dos nos filmes, a famosa cerveja de manteiga. Foi aí que almoçamos uns cachorros quentes saborosos (e caros, diga-se de passagem) e, como não podíamos deixar de experimentar, a famosa ButterBeer. Meu Deus, foi das piores coisas que já provámos. Demasiado doce e artificial. Acho que poucas são as pessoas que gostam. Tanto é que nesta parte exterior existem caixotes do lixo com um orifício específico para verter o líquido.
Se lá quiserem ir, aconselho-vos a que se façam acompanhar por uma merendinha e por uma garrafa de água. Sempre é uma boa forma de comerem melhor e de poupar algum dinheiro numa viagem que por si só já é muito dispendiosa.  

Passamos depois pela Diagon Alley, a minha parte preferida de toda a visita. Quem cresceu a ver o Harry Potter nutre o desejo lá ir e comprar a sua própria varinha e a Nimbus. Foi impressionante ver cada detalhe, como são os candeeiros, as portas, os letreiros, as montras…



Para terminar, há uma sala exclusivamente dedicada a um modelo colossal de Hogwarts, construído numa escala de 1:24, utilizado na realização das filmagens exteriores do edifício nos primeiros seis filmes. Este modelo enorme demorou seis meses a fazer e apresenta um detalhe incrível. Para sairmos do edifício do parque, como na grande generalidade das atrações turísticas, somos forçamos a passar pela loja de souvenirs. E deixem-me que vos diga minhas amigas, que perdição que é! As coisas são lindas mas o preço... Upa upa! O item mais barato é um chupa a £3.95 e o mais caro, a £495.95, é uma replica de qualidade premium do robe do Dumbledore. Eu acabei por comprar um cantil dos Gryffindor para manter o meu chá quentinho (£14) mas o que eu queria mesmo era esta sweater (£69.95).



No total da visita, demorámos entre três e quatro horas MUITO MUITO bem passadas. Os empregados são todos muito simpáticos e voluntariam-se para nos ajudarem a tirar fotografias. Para quem gosta dos filmes, acho que é um investimento muito bem feito. São memórias que nos ficam para sempre. Enquanto vos escrevo, a vontade de lá voltar só cresce.

OYSHO'S NEW COLLECTION | BODY TEMPTATION

| On
Estava eu a examinar o site da Oysho quando chego à área dos bodies… Fiquei de queixo caído. Não me podia ter apaixonado mais por este segmento da nova coleção. Está uma fusão genial entre lingerie e roupa quotidiana. Com umas calças skinny e um blazer ou um casaco com mais corte, o visual fica composto!


Sobretudo agora que tanto se usam calças justas de cintura mais subida, a tendência é vestirmos tops e camisolas por dentro das mesmas. No entanto, às vezes não me sinto muito cómoda quando a camisola não fica completamente justa ao corpo (e até pode parecer que ficamos com maior volume na área da barriga -.-‘). Neste contexto, os bodies são perfeitos! Pessoalmente, gosto muito de vesti-los no dia-a-dia porque me sinto muito confortável, mas também bonita porque ficam justinhos e dão enfase aos sítios certos do corpo. E estes dão Oysho são qualquer coisa… Deixo-vos os meus preferidos. O de veludo (#2), 29,99€, ficou-me debaixo de olho… 

#1 (aqui) | #2 (aqui) | #3 (aqui) | #4 (aqui) | #5 (aqui) | #6 (aqui)

Gostam da moda dos bodies? 

Beijinhos.

DIY | CRYSTAL BEANIE

| On


As temperaturas começam a baixar uns graus e nós já começamos a pensar em estrear a roupa de inverno que comprámos. Que atire a primeira pedra quem ainda não comprou nada da nova estação. A pensar nos tempos mais frios que nos esperam daqui em diante, surge o primeiro do it yourself do blog. Começamos com um projeto muito acessível (+/- 2€, tudo incluído) e facílimo que vos consumirá pouco mais do que cinco minutos. Procurei ilustrar os passos com imagens para que se tornasse mais fácil para vocês. Às vezes, nos DIY, o mais importante é mesmo o ver e não o ler. 
Este DIY é ideal para quem está a dar os primeiros passos na área. Apesar da simplicidade de realização, o resultado final é lindo! Ficam com um gorro personalizado, uma peça que marca qualquer visual.


Materiais:
  • Gorro (eu comprei os meus na Primark por apenas 1,5€ cada. Podem também utilizar gorros antigos que já não usem e que precisem de uma nova vida);
  • Adornos (usem renda, botões antigos, pendentes de bijuteria que já não utilizem… Até onde a imaginação vos levar. Eu comprei os meus numa loja do chinês, cada pacotinho com os brilhantes de plástico custou 0,75€, e usei outros adereços que tinha cá por casa);
  • Linha (idealmente transparente para não sair evidenciada pela cor do gorro e dos adereços. Comprei-a numa retrosaria e é bastante semelhante à pita/fio de pesca mas mais fininha e maleável – +/- 1€);
  • Agulha;
  • Tesoura;
  • Pistola de cola quente. 

Mãos à obra:

#1 Comecem por cortar um pouco da linha e enfiá-la na cabeça da agulha;


#2 Deem um nó numa das extremidades da linha. Procurem ir juntando mais nós ao primeiro que fizeram de modo a que fique maior e a que o mesmo não saia pela cabeça da agulha nem mesmo que passe pelos furos da malha do gorro (desculpem a qualidade da imagem mas como a linha é transparente foi muito difícil conseguir captá-la);



#3 Enfiem pela parte interna da frente do gorro e seguidamente puxem a agulha e a linha para fora;


#4 Voltem a introduzir no orifício do vosso adorno do mesmo sentido até sair pela outra abertura;


#5 De seguida, repitam o passo três no sentido inverso, enfiando a agulha na frente do gorro para que saia no interior.


#6 Repitam o processo as vezes necessárias partindo novamente do passo #3 para que o pendente se mantenha estático ao longo do uso.

#7 Quando tiverem terminado, façam um novo nó na extremidade da linha com que temos trabalhado e cortem todas as linhas excedentes bem perto do nó para que estas não se tornem visíveis. Repitam o método para o número de adereços diferentes que escolham para decorar o vosso gorro.


#8 Para os adereços que não tenham orifícios, a tarefa é bem mais simples. Basta colocar um bocadinho de cola quente no centro base e espalhá-la. Procurem que não toque totalmente nas extremidades porque a cola por vezes tende a sair e como estamos a trabalhar em malha é mais difícil de disfarçar.


Et voilà! 



É tão simples quanto isto. Espero que tenham gostado deste primeiro DIY tão simples mas tão giro! Se surgir alguma dúvida ou houver algo não tenha ficado completamente explicado, deixem nos comentários que terei todo o gosto em vos ajudar
O próximo projeto está para breve! Fiquem atentas!

Beijinhos,

REVIEW | WET BRUSH - AKA HAIR SAVIOUR

| On

Desengane-se quem pensa que esta escova é igual às outras. Desde o primeiro momento que a descobri que não a dispenso por nada. Apesar do aspeto genérico, a Wet Brush tem uma tecnologia diferente e inovadora: os dentes finos, moles e flexíveis que auxiliam na remoção daqueles nós horríveis, tornando o cabelo visivelmente mais liso, macio e suave. Ahh, e muito importante, sem eletricidade estática.


Tenho o cabelo bastante comprido e liso com os fios fininhos. No entanto, é muito denso por isso os nós são uma constante. Desde que uso a minha Wet Brush que escovar o cabelo, molhado ou seco, se tornou uma tarefa mais fácil e indolor. Aliás, por não ter de fazer tanta força ao pentear que noto que a quebra e a queda de cabelo diminuíram substancialmente.


Ouvi falar muito na Tangle Teezer mas nunca me senti tentada a gastar quase 15€ numa escova que não me parece sequer prática pela falta de cabo. Quando vi a Wet Brush na Pluriscosmética por menos de 8€ e ainda com 10% de desconto, não hesitei. Uma qualidade-preço imbatível. 

A marca tem ainda outros modelos: a Hot Brush (quero!), em cerâmica para auxiliar no brushing, a Shine Brush, com dentes de pelo de javali para potenciar o brilho, a Paddle Brush, específica para cabelo molhado, a Wet Brush for Men para o público masculino e a Squirt para o infantil.

Tornou-se essencial na minha rotina diária e não a trocaria por nada. É incrível e cumpre a 100% o que promete. Melhor mesmo, só aliando esta qualidade ao cor-de-rosa. Eu optei pela coleção Pastel na cor rosa porque, bem, a adoro! A marca aposta constantemente no lançamento de novas coleções com cores e padrões diferentes, por isso, de certeza que vão encontrar uma que adorem. 

Já conheciam esta escova?

P.S.: quando primeiro a abri, a escova vinha com um odor estranho (do plástico, penso). Com o passar do tempo e já fora da embalagem, já o perdeu por completo. 

PRETTY (COZY AND WARM) WITH UGG

| On
Desde 2007 que ando a namorar as botas Ugg. Mas o nosso amor não passou ainda da dimensão platónica. É uma relação complicada, um triângulo amoroso aliás, porque a minha carteira não quer sequer ouvir falar nelas.

Para quem não conhece a marca, a Ugg Australia Boots nasceu em 1978 pela mão de um surfista australiano que procurava manter os seus pés quentes depois de longos períodos dentro de água. As botas rapidamente se tornaram num êxito entre a comunidade surfista mas não só. Nos primeiros anos de 2000, as Ugg saíram da praia para as ruas mais badaladas e hoje são um ícone do estilo mais casual e descontraído. Este sucesso foi exponenciado por várias celebridades que se renderam ao estilo e conforto da marca no seu street fashion.


O preço
Mas desengane-se quem pensa que estas botas estão ao alcance de qualquer um. O preço não será inferior a 130. Nem mesmo aquelas que mal chegam ao tornozelo. É que a marca só utiliza materiais premium na confeção dos seus sapatos, nomeadamente o pelo de ovelha no interior que permite um conforto sem igual. 
Dica: no Freeport, nas lojas de desporto e nas das marcas como a Billabong, às vezes, há à venda modelos Ugg a preços bem mais baixos, entre os 80 e os 100€. Não há todos os números e a variedade é pouca, é certo, mas podem estar num dia de sorte e encontrar o vosso par de sonho a um preço mais simpático. 

As botas genéricas
Quando começaram por aí a surgir as primeiras imitações, lá para 2008, tinha eu os meus 16 anos, admito que comprei logo umas na Claire’s. Eram confortáveis e quentinhas mas rapidamente ficaram disformes e a perder a sola (que era de esponja, muito diferente da sola dura que as Ugg autênticas têm). Recordo-me que, quando inesperadamente apanhava alguma chuva, ficava com os pés completamente encharcados. Não duraram cinco meses... God bless their souls

(É pura coincidência o Brad Pitt ser protagonista dos gifs aqui no blog... Mas no need to thank)

(Des)Amores
Nem toda a gente morre de amores por estas botas. Aliás, há até quem faça o trocadilho e as chame de “ugly”. Eu admito que estas botas não são lindas; são estranhas à primeira vista mas têm um je ne sais quoi que é a origem de tanto sucesso. Já para não falar da comodidade que proporcionam. 
Hoje em dia já existem modelos para todos os gostos, variando em materiais, cores, comprimento, etc. Eu não sou esquisita, gosto da grande maioria. Tanto comprava o modelo mais clássico (alto, na cor avelã) como os mais recentes e originais com botões e lacinhos.



Dos, Don'ts & Tips!
Acho que, quando bem conjugadas, podem fazer looks muito giros. Deixo aqui algumas dicas de quando e como as usar (e não usar):

#1 – Usar apenas com calças skinny para não dar um ar largueirão. Evitem, no entanto, vestir aqueles leggings básicos de algodão para não tornar o look demasiado descontraído. São botas-pantufa mas looks pijama, não!

#2 – Evitar calçar em ambientes de trabalho ou que impliquem roupa mais vistosa e/ou formal. A descontração está na sua génese e não há como a alterar;

#3 – Pelo contrário, são perfeitas para calçar em ocasiões descontraídas e, sobretudo, em viagens porque são muito confortáveis e não cansam os pés;

#4 As Ugg não são à prova de água por isso cuidado com os dias de chuva e com ambientes de neve para que a pele não se estrague. Já que se paga tanto por elas, é melhor que as estimemos;

#5 Não as usem no Verão. Muito menos com calor e com calções, como já tenho visto. Não faz sentido. O pelo está lá para alguma razão. O que é que significa? F… Frio! Isso mesmo!

#6 – Usem-nas, sim, com um casaco/blusão quente de inverno mais feminino e conjuguem com uma mala statement para compor um visual mais ousado.

 

Espero muito que os meus conselhos e dicas vos tenham suscitado algum interesse. 
Vocês são fãs deste género de bota?


Beijinhos,


Custom Post Signature

Custom Post  Signature